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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Cirurgia plástica na vagina vira mania pelo mundo.


Ginecologistas estão preocupados com perda da sensibilidade.
Virou mania mundial a cirurgia plástica íntima. Lábios vaginais recauchutados e outros retoques na genitália feminina estão se tornando comuns. Nos Estados Unidos, são feitas mais de 1,5 milhão de cirurgias íntimas. No Reino Unido, 1,2 milhão. No Brasil, médicos apontam um crescimento de 50% nos últimos dois anos. Especula-se que o aumento de cirurgias redutoras esteja ligado à nova busca de medidas genitais "padrão". Estudo publicado na Inglaterra define como acima do normal lábios com mais de 4 cm de largura. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia alerta sobre riscos dessa onda. "É preciso muito cuidado para mexer em locais com tantas terminações nervosas", diz Gerson Lopes, presidente da comissão de sexologia da entidade.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Copo menstrual pode ser alternativa ecológica ao absorvente

Modelo de copo menstrual.
Reutilizável, o copo menstrual é opção higiênica aos absorventes e tampões.
A nova alternativa para as mulheres modernas que enfrentam “aqueles dias” é o copo menstrual, um artefato de silicone que, inserido no canal vaginal, retém o fluxo e é reutilizável. Famoso na Europa, no Canadá e nos Estados Unidos, o produto agora começa a conquistar adeptas aqui no Brasil.
A utilização do copo menstrual é simples para quem está acostumada a usar absorventes internos. Basta dobrá-lo e depois apertá-lo firmemente com a abertura para cima, enquanto é introduzido no interior da vagina. “Quando solto, o copo tenderá a abrir, mas formará um vácuo leve que o manterá na posição correta”, ensina a ginecologista Tânia Valladares Andriolli.
O copinho de silicone fica preso pela ação do vácuo e pelos músculos vaginais. Dessa forma, retém o fluxo menstrual, sem causar incômodo ou vazamentos. “Para removê-lo, puxa-se delicadamente a extremidade inferior do copo com uma das mãos, e com a outra mão, com a ponta do dedo, busca-se a borda do copo e com uma pressão desfaz-se o vácuo, permitindo a sua retirada”, continua.
O copo mentrual tem capacidade para cerca de 30 mililitros, portanto consegue conter o sangue por até no máximo 12 horas, dependendo do fluxo da mulher (o ciclo inteiro de uma da mulher varia de 50 a 100 mililitros). No entanto, é recomendável que o artefato seja "trocado" a cada oito horas, por garantia. Isto é: a usuária retira o copinho, despeja o conteúdo no vaso sanitário, lava (ou limpa com lenço umedecido) e volta a introduzi-lo.
Quando a menstruação termina, é só higienizar bem o coletor (de preferência fervendo-o por alguns minutos) e guardá-lo na bolsa que geralmente acompanha o produto em local fresco e ventilado. É importante lavar bem as mãos antes e depois de manusear o copinho.
Seguidos todos os cuidados, o copo menstrual torna-se uma opção mais higiênica e segura que os absorventes tradicionais. Como o copo de silicone apenas retém o fluxo, ele não seca nem abafa a vagina, como fazem tampões e absorventes descartáveis. Isso ajuda a inibir o crescimento de fungos e bactérias.
Contraindicações
O copo menstrual não é recomendado para todas as mulheres. Virgens, adolescentes na primeira menstruação e mulheres no período pós-parto devem preferir os absorventes tradicionais. De acordo com a médica, a primeira experiência com o artefato pode gerar algum desconforto porque a inexperiência leva a colocá-lo muito para fora ou causa pequenos traumas. E isso é complicado para as jovens que têm maior sensibilidade na região, assim como quem acabou de parir.
Para saber se o uso do copo menstrual é apropriado para você, vale a pena procurar um ginecologista. O profissional, além de tirar as dúvidas, vai indicar o tamanho adequado e o modo correto para inserir e remover o produto. “Um bom exame médico/ginecológico pode auxiliar ness etapa. Seguir esta orientação pode ajudar a evitar escames e incômodos vaginais maiores”, aponta o ginecologista Vamberto Maia.
Modo de usar o copo menstrual em seis etapas. Lavou tá novo.
 

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Absorvente interno com vodka: nova mania entre as adolescentes

 
Depois do eyeballing (ato de tomar uma dose de vodka pelos olhos), chega uma nova mania assustadora, difundida entre adolescentes alemãs, que consiste em colocar a bebida alcoólica no absorvente interno.
Após encharcá-lo na bebida, elas o inserem nas partes íntimas e então é só esperar a absorção. A pergunta feita em voz alta por cada pessoa ao se deparar com essa informação é: MAS POR QUÊ?
A técnica é usada para embebedar rápido e não ficar com bafo, um ato inconsequente que pode trazer diversos problemas, além de não ser eficiente.
Foi a polícia de Baden-Württemburg, cidade no sul da Alemanha, que se manifestou sobre o aumento de casos de adolescentes intoxicados. O jornal alemão Südkurier chegou a publicar uma notícia sobre uma garota de 14 anos que havia passado mal, aparentemente embriagada pelo uso do absorvente.
O álcool pode danificar as paredes da vagina e aumentar o risco de infecção. Há notificações de que rapazes também estavam aplicando os absorventes no ânus.
A prática conhecida como “slimming” parece ter começado nos Estados Unidos, mas já foi identificada na Escandinávia e em outros lugares onde menores têm dificuldade para ter acesso às bebidas alcoólicas.
Há grupos no facebook que, inclusive, trocam dicas sobre o tópico, com instruções e vídeos de como fazer.
Para os pais, a melhor maneira de lidar com as adolescentes é através da conversa, baseada na confiança e informação. Por inibir o bafo de álcool, a técnica pode encorajá-las, já que a embriaguez talvez passe despercebida.