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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Prefeita e três secretários de Mato Verde são afastados suspeitos de desvio de verbas de

A prefeita e três secretários municipais de Mato Verde, no Norte de Minas, foram afastados do cargo nesta terça-feira. A medida foi tomada durante uma operação do Ministério Público de Minas Gerais a pedido da Justiça mineira que investiga os políticos por suspeita de desvio e apropriação de recursos públicos. Para apurar as possíveis fraudes, o Ministério Público ouviu testemunhas, analisou documentos, que resultaram no cumprimento de mandados de busca e apreensão na residência e no local de trabalho da prefeita, dos três servidores públicos, de “laranjas” e do contador do município, suspeitos de participarem do esquema. A Justiça determinou ainda a indisponibilidade dos bens da prefeita, do tesoureiro, que é filho dela, do secretário municipal de administração e do chefe do setor de licitações da prefeitura.
Segundo apuração do Ministério Público, a prefeita de Mato Verde e o filho dela emitiam cheques em nome de pessoas como se elas tivessem prestado algum serviço ao município. Para conseguir sacar os valores no banco, os suspeitos falsificavam a assinatura dessas pessoas. Eles ainda são suspeitos de contratar uma empresa fantasma para prestar serviços ao município. Para criar essa empresa de fachada, duas pessoas teriam sido usadas como `laranja` pelo grupo. As investigações apontaram que essa empresa vencia as licitações fraudulentas e simulava o fornecimento de bens e de serviços ao município.
Há indícios, conforme a apuração, de que dos valores pagos a ela eram divididos entre os suspeitos. Um levantamento feito pelo Ministério Público aponta um prejuízo aos cofres públicos estimado

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Administração Pública de Monte Azul humilha servidores da educação

Os funcionários da rede municipal de ensino da prefeitura de Monte Azul estão inconformados com a atitude da Secretaria Municipal de Educação e da prefeitura.
A revolta é porque a prefeitura resolveu pagar os um terço de férias que e a legislação determina como direito do servidor, mas fez lista aleatória para pagar nos próximos quatro meses. Todos eles são funcionários efetivos ou contratados e prestam serviços à educação básica, onde a fonte de pagamento estão garantidas nos recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica –FUNDEB, mas o pagamento de seus direitos foram negados nos últimos quase dez anos e agora esta sendo pago, mas dividindo a lista em quatro vezes, para receber 33,33 % do salário, o que em média dá pouco mais de duzentos reais para cada um.  A Maldade se reflete na falta de informação, que obriga aos serventuários a correrem a agencia do banco do Brasil da localidade nessa manhã de sexta-feira para verificar se a quantia foi depositada. Não há informação também de quantos por cento dos listados estarão recebendo nesse mês.
Na reunião o sindicato colocou duas propostas, que fosse pago primeiro aos sindicalizados, pois o pagamento está sendo feito por causa da luta do sindicato nesse sentido, ou por ordem alfabética. Ao que parece é que a prefeitura escolheu foi pelo método ¨amiquinhos do gabinete¨.
A revolta aumenta quando se sabe que as despesas chamadas de pessoal de apoio da educação, são contabilizadas na conta dos 40% restantes dos recursos do FUNDEB, os quais chegam pontualmente todos dias 10, 20 e 30 de cada mês. É direito constitucional.
 
O presidente do sindicato dos servidores municipais de Monte Azul, Elson Ermógenes, afirma que a entidade pretende acionar a justiça. A ação será para pedir o ressarcimento integral dos danos causados a professores e o levantamento da utilização das verbas do Fundeb.