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segunda-feira, 9 de abril de 2012

Moral da mídia desmorona com a queda da inflação

O IBGE divulgou semana passada a inflação do primeiro trimestre de 2012. Ela é a mais baixa dos últimos 12 anos. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos três primeiros meses ficou em 1,22%, patamar mais baixo para o período desde 2000, quando ficou em 0,97%. A inflação oficial ficou em 0,21% em março, 0,24 ponto percentual abaixo do verificado um mês antes.
Na comparação com março de 2011, a queda também foi expressiva, de 0,58%. No acumulado em 12 meses, o índice ficou em 5,24% - abaixo do teto da meta do governo para este ano, que é de 6,5%. No acumulado anual, este é o índice mais baixo desde outubro de 2010. Houve desaceleração de preços em setores importantes, como educação, habitação, saúde e gastos pessoais.
Cadê a “explosão inflacionária”?
Os dados do IBGE representam a completa desmoralização de alguns “calunistas” da mídia, os tais especialistas em economia, que mais se parecem com agentes dos banqueiros. Desde que o Banco Central iniciou a gradual redução da taxa básica de juros, em meados no ano passado, eles esbravejaram que a inflação iria explodir e que a economia brasileira entraria em parafuso.
Miriam Leitão, colunista do jornal O Globo e expoente desta corrente ortodoxa, escreveu vários artigos alertando para o risco da “explosão inflacionária”. Ela e vários outros "urubólogos" criticaram a decisão do BC de reduzir os juros. Será que agora farão autocrítica de seus prognósticos totalmente equivocados, que serviram apenas aos propósitos dos banqueiros e especuladores?

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Promotora acusa Folha de incentivo à prostituição

O Ministério Público paulista entrou com ação civil contra a Empresa Folha da Manhã, editora do jornal Folha de S. Paulo. O motivo foi a publicação de matéria no caderno Folhateen – dirigido ao público adolescente – de material que incentivaria a prostituição virtual.
Na ação, a promotora de justiça Luciana Bergamo pede a condenação da empresa na forma de indenização por danos morais difusos e coletivos. A promotora pede que o valor da condenação não seja inferior ao que o jornal arrecadou com a venda daquela edição, publicado em 5 de abril de 2010.
A reportagem contestada pelo MP tinha o título “Faturando com Sensualidade”. No subtítulo o jornal acrescentava: “shows sensuais na webcam, venda de calcinhas usadas e ensaios fotográficos rendem grana extra a meninas, mas podem acabar em preconceito”.
A reportagem trazia o relato de jovens adultas, entre 20 e 26 anos de idade, que encontraram na exploração de sua sensualidade (shows sensuais na internet, venda de calcinhas usadas e ensaios fotográficos) oportunidade para ganhar dinheiro.
A publicação gerou uma série de representações ao Ministério Público, enviadas por cidadãos indignados com o conteúdo do caderno “pelo nítido estímulo à prostituição, ainda que “virtual”, e ao desenvolvimento precoce da sexualidade”.
A promotora de Justiça destaca que a matéria se mostra “absolutamente inadequada ao público alvo do caderno, porque não levou em conta a condição peculiar dos adolescentes leitores de pessoas em processo de desenvolvimento”.
De acordo com Luciana Bergamo, a matéria, publicada em caderno destinado especificamente ao público juvenil, estimula a exposição precoce da sexualidade, ao apontar os ganhos decorrentes da atividade apresentada pelas moças, com pretensa naturalidade, e sem alertar os jovens leitores, na mesma medida, dos possíveis prejuízos psíquicos advindos com as práticas expostas.
Ainda segundo a promotora de justiça, com a publicação o jornal “violou direitos fundamentais atinentes à personalidade, ao respeito e à dignidade de indeterminável número de adolescentes que tiveram acesso ao seu conteúdo”.
A promotora também sublinha que “não se trata de negar aos jovens leitores o direito de tomar conhecimento da realidade à sua volta. A forma como essa realidade foi exposta, entretanto, pecou pela falta de atenção ao desenvolvimento psicossocial do adolescente, em flagrante desrespeito à doutrina da proteção integral que informa o direito da criança e do adolescente”.
O MP tentou um acordo com o jornal, buscando que a empresa publicasse nova matéria sobre o assunto, em idêntico espaço, tratando dos prejuízos físicos e emocionais decorrentes da “prostituição virtual” ou praticada por meio da rede mundial de computadores, inclusive, com a divulgação da opinião de especialistas. O jornal, entretanto, não aceitou o que levou ao ajuizamento da ação civil pública.
- Fernando Porfírio _247 –

Folha “camufla” pesquisa e diz ser o jornal mais vendido do País

No último domingo, 5, a Folha de São Paulo divulgou uma matéria que dizia que a publicação foi líder nas edições impressas e digitais durante o ano de 2011. O jornal apontou que o resultado do estudo foi divulgado pelo Instituto Verificador de Circulação (IVC), que contabilizou a produção de 297 mil exemplares diários do veículo.
O jornal que mais vendeu no Brasil, porém, foi o Super Notícia, sediado em Contagem (MG) e comercializado na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com dados consolidados IVC, oficialmente reconhecido como o responsável por fazer esse tipo de levantamento, a publicação mineira vendeu em média 300 mil exemplares diários no ano passado. A Folha, segundo o instituto aparece na segunda colocação, com 297 mil. O Globo figura em terceiro.
Para justificar a exclusão do Super Notícia, a Folha argumentou que em seu discurso só considerou “os jornais de prestígio, do segmento premium”. “Quando incluídos os jornais populares, o Super Notícia, tablóide de R$ 0,25 de Belo Horizonte, registra 300 mil exemplares na média do ano, 3.000 à frente da Folha, que tem preço de capa de R$ 3 (R$ 5 aos domingos)", conclui o jornal, finalmente citado que no geral, fica atrás do diário mineiro.
Ao falar em causa própria e construir sua lista – quem define o que é um “jornal de prestígio, do segmento premium"?
Mariana Carvalho

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

FOLHA, deliberadamente, cria um mal-estar diplomático entre Brasil e Irã devido a sua compulsão pela mentira.

Mais uma vez a Folha mente. Desta vez foi sobre a entrevista dada a este veículo por Akbar Javanfekr, o Assessor de Imprensa do Presidente Mohmoud Ahmadinejad.
Veja a declaração dada pelo assessor:
Esclarecimento da Agência Iraniana IRNA sobre a materia publicada pela Folha de São Paulo
Ali Akbar Javanfekr, o Assessor de Imprensa do Presidente Mohmoud Ahmadinejad disse que o conteudo da sua entrevista com o jornal brasileiro, Folha de São Paulo foi 'Distorcida'
Teerã, 25 de Janeiro, IRNA - o Assessor de imprensa do Presidente Mahmud Ahmadinejad, Ali Akbar Javanfekr desmentiu o conteúdo da sua recente entrevista publicado no jornal brasileiro Folha de São Paulo, apontando que suas declarações foram “Distorcidas”.
Agência de notícias iraniana citou que Javanfekr tinha queixado das as relações entre os dois paises na presidência da Dilmão Russeff que são inferiores a ' anos de boas relações "de Brasilia com com Teerã.
Javanfekr salientou, no entanto, que a entrevista dele havia sido distorcida e por meio desta comunicação, enfatizou nas palavras ditas ao jornal Folha de São Paulo que “Presidenta Dilma precisava do tempo para consolidar as relações entre Teerã e Brasília”.
Javanfekr notou ainda, que tinha elogiado o governo do Brasil e o seu povo pelo seus apoios à República Islâmica do Irã. Brasília insistiu no passado em manter um diálogo diplomático com Teerã sobre o programa nuclear da República Islâmica, uma política que havia começado com o antigo Presidente Luiz Ignácio Lula da Silva em que rejeitava qualquer uso da força fora do âmbito das Nações Unidas.
Nos EUA, o jornal New York Times, citou na terça-feira que Javanfekr, tem afirmado na sua entrevista com o jornal brasileiro Folha de São Paulo que a Presidente Russeff Dilma tinha destruído anos de boas relações entre as duas nações.
Lula da Silva, que deixou seu cargo, visitou Teerã em 2010 e introduziu no Médio Oriente a diplomacia brasileira atraves de uma tentativa de amenizar a crise sobre o programa nuclear do Irã. E junto com o Governo da Turquia, ele forjou um acordo de troca de urânio enriquecido com combustível nucleares com o Irã.
Este acordo falhou após a rejeição da administração da Obama e Irã afirmou que iria continuar com o enriquecimento de urânio.
Mesmo assim, as exportações do Brasil para o Irã aumentada durante os meses seguintes. E o Irã superou a Rússia em 2011, como o maior mercado de exportação de carne brasileira.

A Agência de Notícias da República Islâmica/IRNA New.