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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Minas autoriza construção de prédios escolares em 16 municípios

Construção da escola de Barreiro Branco, em Catuti, está entre as autorizadas começar.
O Governo de Minas autorizou nesta terça-feira (13) o início das obras para construção de 17 prédios escolares, em 16 municípios mineiros. Com recursos de R$ 38,3 milhões, liberados pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), as obras serão executadas pelo Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Deop), ligado à Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop). O termo de autorização foi assinado nesta na Cidade Administrativa.
Os novos prédios escolares pertencem a municípios de várias regiões do Estado. No Norte de Minas, haverá construção de prédios em Catuti, Januária, Montes Claros e Porteirinha.
A autorização para o início das obras foi assinada pelo secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas, Carlos Melles. Ele explica que investir na qualidade da educação é uma das prioridades do Governo de Minas. “Minas, ao longo desses anos, fez uma revolução na reforma e construção de escolas. Agora nós estamos potencializando, fazendo mais ainda”, explica o secretário.

sábado, 27 de agosto de 2011

Quilombolas mostram sofrimento além da tragédia na BR-122

Uma semana após acidente que matou oito remanescentes de escravos no Norte de Minas, moradores de comunidades revelam que sofrimento se somou ao desemprego, seca e pobreza.
Mortos em acidente com grupo quilombola também eram vítimas da pobreza, da seca e do desemprego.
Catuti – Os moradores de Barreiro Branco, distrito de Catuti, no Norte de Minas, celebram nesta sexta-feira uma missa de sétimo dia em homenagem às nove pessoas que morreram no acidente com uma van no último sábado na BR-122, em Janaúba. Oito eram integrantes de um grupo de danças folclóricas formado pelas comunidades quilombolas do Vale do Rio Gorutuba e um era o motorista do veículo. Eles estavam a caminho de Montes Claros e iriam se apresentar nas Festas de Agosto. Na semana seguinte à tragédia, o Estado de Minas percorreu a região onde vivem os remanescentes de escravos e constatou que o sofrimento se somou aos problemas vividos por um povo acostumado com a pobreza, a seca e a falta de emprego.
Sem colheita
Jorge Antunes perdeu o pai no acidente e mostra o prejuízo que teve com a seca deste ano. 
São cerca de 5 mil pessoas, ou 750 famílias, espalhadas por 31 comunidades rurais localizadas às margens dos rios Gorutuba, Serra Branca e Ramalhudo, numa região de confluência entre seis municípios: Catuti, Gameleira, Janaúba, Jaíba, Monte Azul e Pai Pedro. A seca, para Jorge Antunes Barbosa, de 48 anos, morador de Malhada Grande, é um castigo imposto aos quilombolas e a outras milhares de pessoas do Norte do estado. Ele relata que no fim do ano passado fez uma roça. Plantou 1 hectare de milho e feijão. “Na hora de a roça vingar, faltou chuva e não colhi praticamente nada”, lamenta o pequeno agricultor, cujo pai, Porcílio Antunes Barbosa, de 73 anos, morreu no acidente de semana passada. 
Posto de saúde está pronto, mas faltam equipamentos para funcionar.
Simão de Souza, de 70 anos, quilombola da comunidade de Santa Rita, perto de Malhada Grande, conta que viveu o mesmo drama da estiagem. Ele disse que fez o plantio de meio hectare, mas não conseguiu colher nada de milho e apenas três sacos de feijão. “Era para ter colhido pelo menos uns dez”, lamenta. Simão ainda consegue se lembrar de uma época em que havia fartura de água na região. “Existiam muitos brejos onde a gente plantava arroz. Hoje, água pra valer mesmo só existe na época das chuvas”, descreve o morador.
Mas não é só a seca que leva tristeza aos quilombos do Norte de Minas. Eles também convivem com a ausência de serviços públicos. Em Malhada Grande, por exemplo, um prédio seminovo, mas abandonado, evidencia o problema. A construção foi concluída em 2008 e seria destinada a um posto de saúde que nunca funcionou, por falta de equipamentos. De acordo com os moradores, existem prédios que seriam para a saúde pública que estão ociosos em cinco localidades de Catuti. A prefeitura da cidade, conforme os habitantes, alega falta de recursos para a compra de materiais que colocariam as unidades em funcionamento.
Longe do SUS
Enquanto a saúde não vem, os obstáculos para chegar até ela são grandes. O atendimento só é oferecido diariamente na sede do município, que fica a 34 quilômetros das comunidades. Francelina Corrêa de Souza, casada com Jorge Antunes, com quem tem quatro filhos, reclama que precisou ir até a cidade em busca de tratamento dentário. “Fui lá duas vezes, mas só consegui arrancar um dente”, conta Francelina, mostrando os dentes estragados.
Sem serviços básicos, os moradores das comunidades optam por buscar uma vida melhor na cidade grande. E o destino escolhido pela maioria é São Paulo. Rufino Fernandes dos Reis, que mora em Barreiro Branco, conta que seus três filhos, Ailso, Alenilso e Roseli, foram para a capital paulista em busca de emprego. “Eles tiveram que sair porque aqui não dá para ficar”, disse. A mulher de Rufino estava na van que bateu na rodovia e escapou ilesa. Mas perdeu o pai, Mariano Matos da Silva, de 68, na tragédia.
Sofrimento em um lugar e no outro também. Roseli, de 26, filha de Rufino, trabalha como atendente de uma lanchonete na capital paulista e conta que todos os dias acorda às 4h30, pega dois ônibus até chegar ao serviço, onde tem que bater cartão por volta de 7h. Só retorna para casa, na Zona Leste, às 20h. “Se eu pudesse, iria continuar morando com meus pais, mas não tem emprego na região”, afirma. Elciene Antunes Silva, de 26, é outra jovem da comunidade quilombola que foi procurar trabalho em São Paulo. Ela também conseguiu emprego em uma lanchonete e trabalha entre as 20h e a 1h. Solteira e mãe de um filho de 1 ano, ela chegou a iniciar o curso de pedagogia em Montes Claros, mas trancou por falta de dinheiro. Tanto ela quanto Roseli voltaram à terra natal para sepultar os parentes.
Grupo folclórico próximo do fim
Mariano Matos da Silva, de 68 anos, era pai de nove filhos e líder dos quilombolas de Barreiro Branco. Era ele quem chefiava o grupo de danças folclóricas da comunidade, que, após as mortes, deve acabar. Elcimar Antunes da Silva, filha de Mariano, diz que agora não há mais estímulo para continuar. Com 12 integrantes, o grupo mostrava religiosidade e rituais de origem africana por meio de dança batuque, cantos e sapateados nas festas das cidades vizinhas, especialmente nos dias dos Santos Reis, em 6 de janeiro, São Pedro, em 29 de junho, e São Lourenço, em 10 de agosto. Na última semana, eles iam se apresentar pela quarta vez nas Festas de Agosto de Montes Claros.
Com o possível fim do grupo folclórico, os quilombolas tendem também a perder a força de reivindicação. “O grupo de batuque vítima do trágico acidente, tendo à frente o senhor Mariano, uma das principais lideranças do povo gorutubano, promovia com suas apresentações a visibilidade da comunidade e tinha como propósito a garantia dos direitos da comunidade quilombola, sobretudo os direitos territoriais”, avalia Aderbal Costa Filho, antropólogo que fez um doutorado sobre o povo gorutubano na Universidade de Brasília (UnB), em 2008.
Além da preservação da cultura, Mariano tentava buscar melhorias para um povo que, de acordo com os estudos do professor Aderval Costa, a partir da década de 1950 passou a viver confinado, com grande parte de suas terras tomadas por grileiros. Estima-se que as comunidades do Vale do Gorutuba ocupem cerca de 47 mil hectares, mas apenas 3% deste total estão com os quilombolas. O restante está com fazendeiros, sitiantes e especulares. Nas casas das famílias, a água consumida vem de cisternas de captação de água da chuva, um dos benefícios alcançados pelo antigo líder. “Mas até cesta básica ele arrumava para o pessoal daqui”, relata Germano Cardoso dos Anjos, de 62, também morador da região.
 
Saiba mais...
O que são quilombos
Os quilombos são locais que abrigavam escravos que fugiam dos senhores desde os primeiros tempos do período colonial. Hoje, essas comunidades, remanescentes da época da escravidão, existem em pelo menos 24 estados brasileiros. Quilombolas habitam o Norte de Minas Gerais desde meados do século 18. A história e a pobreza enfrentada pelo povo que se instalou em Gorutuba foi estudada em 2008 pelo antropólogo Aderval Costa Filho. A região, segundo ele, tem Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,54, inferior ao Nordeste brasileiro - 0,548, sendo uma das localidades mais pobres do país.  O grupo folclórico envolvido no acidente contava com moradores da região de Barreiro Branco e de Malhada Grande, em Catuti. No mesmo local, outra tradição é preservada: o trabalho em um antigo tear, onde se produzem cobertores de algodão de forma artesanal, como mostra Avelina Antunes.
Luiz Ribeiro, no Estado de Minas

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Acidente com quilombolas


BOMBEIROS TÊM DIFICULDADES NA IDENTIFICAÇÃO DE VITIMAS
O 7º Batalhão de Bombeiros, através do pelotão de Janaúba, liberou na tarde de domingo mais informações sobre acidente automobilístico ocorrido ontem na MG 122, próximo ao Km 189, município de Capitão Enéas, e que resultou na morte de nove pessoas.
Trata-se do capotamento de um veiculo escolar (Van) pertencente ao município, com placa de Catuti/MG, que conduzia um grupo de quilombolas de Barreiro Branco, distrito de Catuti, para o município de Montes Claros onde participaria do 33º Festival Folclórico, que se encerra hoje. No veiculo havia 20 pessoas, sendo 19 adultas e uma criança de 1 ano de idade, todos moradores de Catuti. 
De acordo com uma das vítimas, o motorista Domingos Silva de Almeida, de 62 anos, o acidente foi provocado pelo estouro de um dos pneus da Van, que ocasionou o capotamento às margens da MG 122.
Ao chegar ao local, os bombeiros depararam com todas as vítimas fora do veiculo e algumas sendo assistidas por terceiros. Utilizando os procedimentos de atendimento hospitalar, imobilizaram e conduziram seis vítimas não fatais e com escoriações múltiplas para o hospital regional de Janaúba. As outras cinco vitimas não fatais foram conduzidas por terceiros para o mesmo hospital. Já as nove vítimas fatais ficaram aos cuidados de funerárias do município  de Janaúba, após liberação do perito da Policia Civil.
VÍTIMAS NÃO FATAIS CONDUZIDAS PELOS BOMBEIROS:
Elcimar Antunes da Silva, sexo feminino;
Natalícia Antunes da Silva, sexo feminino, 37 anos;
Roseli Ribeiro de Souza, sexo feminino, 26 anos;
Emily Caroline Silva Santos - sexo feminino – 01 ano
Paulo Silva de Almeida, 51 anos;
Domingos Silva de Almeida, 62 anos.
VÍTIMAS  FATAIS:
Mariano Matos da Silva
Alberto Arisosteres dos Santos
Sinvaldo Fagundes (motorista,não portava documentos)
Aristides Fernandes de Souza
José Aparecido Ferreira de Souza
OS OUTROS NOMES DE VITIMAS,QUATRO RESTANTES, E QUE NÃO CONSTAM NA LISTA DO CORPO DE BOMBEIROS:
Altina
Porfirio
Dona Bia e seu marido(que foi enterrado em Monte Azul)

Enterros em série enluta quilombo

CATUTI (por Girleno Alencar) – Os corpos das nove pessoas mortas em um acidente com uma van na BR-122, no Norte de Minas, na tarde de ontem, sábado, dia 20 de agosto, foram enterrados neste domingo, dia 21. Moradores de Barreiro Branco, distrito de Catuti, prestaram as últimas homenagens a seis dos oito quilombolas mortos. Dois corpos foram enterrados em cemitérios das comunidades rurais de Malhada Grande, também em Catuti, e em Riachinho, em Monte Alegre. O corpo do motorista da van, que levava um grupo de dançarinos quilombolas para a Festa de Agosto, em Montes Claros, foi enterrado no cemitério de Catuti.
Abalados, parentes das vítimas demonstravam irritação com as suspeitas de que a van, liberada pela Prefeitura Municipal de Catuti, estava em condições precárias e levava 20 passageiros, quando a capacidade máxima é de 16. O prefeito Hélio Pinheiro afirmou, neste domingo, que o carro passou por revisão recente, e que o acidente foi uma fatalidade. Também anunciou que abrirá uma investigação interna para apurar o porquê do excesso de passageiros no carro.
Segundo o prefeito, o veículo, pertencente ao transporte escolar, foi liberado para atender ao pedido dos quilombolas. Só que, em vez de passar pela cidade de Catuti, o motorista usou uma estrada vicinal para chegar a Pai Pedro e seguir pela BR-122. Com isso, ninguém observou que o carro estava superlotado.
O distrito de Barreiro Branco tem 700 moradores e fica nos limites da área requerida pelos remanescentes quilombolas dos Gorutubanos, que estão espalhados em 30 comunidades em sete municípios. Uma delas é Malhada Grande, onde morava o líder do movimento, Mariano Matos da Silva. O superintendente estadual do Incra, Carlos Calazans, compareceu ao velório de Mariano e prometeu acelerar o processo de reconhecimento da comunidade quilombola.
Corpo muito danificado impede abertura de caixão.
Um dos sobreviventes do acidente é o quilombola Paulo Silva de Almeida, de 51 anos, que perdeu o irmão José Aparecido, de 32. O irmão caçula Fabiano, de 23 anos, e mais dois feridos estão internados em Janaúba. Paulo contou que, desde o início da viagem, notou alguma coisa estranha. Ele disse que um dos pneus da van furou, nas proximidades da comunidade de Bom Jesus, na zona rural de Porteirinha. Depois que passou pela cidade de Janaúba, a 35 quilômetros, ele lembra que o pneu estourou e o motorista perdeu o controle do carro, que saiu da pista e tombou várias vezes.
Paulo conseguiu sair e ouviu uma mulher pedindo socorro. Ele abriu o carro e retirou Elcimar, que estava abraçada com o filho de 2 anos. Os três tiveram apenas arranhões. “Eu entendo que nasci de novo. Foi um milagre o que ocorreu comigo. O carro tinha 19 adultos e uma criança. Não sei se podia tanta gente”, conta. 
Velorio coletivo. Na carroceria da igreja até cemitério.

Mais mentiras (Notas do Blogueiro)
Nessa reportagem do jornalista Girleno do Jornal Hoje em dia, que ouviu o prefeito de Catuti Helio Pinheiro, o chefe do executivo afirma que não sabia que o veículo levaria os quilombolas para Monte Claros. O que o prefeito quer é se livrar de processo fingindo inocência.

Essa ¨istorinha¨ de abrir sindicância interna é para justificar uma comissão de inquérito na câmara e sair da mira do Dr.Ali Mahmoud Fayez Ayoub, promotor de justiça da comarca de Porteirinha, que abrange Catuti. Houve mortes e possível crime.

Se essa Van, um dos melhores veículos de grande porte em uso na prefeitura, não levaria os quilombolas ás festas, qual seria?? Todos os veículos para mais de cinco passageiros na prefeitura estão a serviço da educação. Será que vai ¨aparecer¨algum veiculo alugado para esse fim e que ¨ficou esperando os passageiros que não apareceram¨??
E a manutenção do veiculo acidentado e dos outros, a quantas anda?.Falar que houve revisão é fácil, agora a qualidade da manutenção de um veiculo que estoura pneu e solta a roda em uma mesma viagem deixa duvida.

Fácil ver onde vai dar essa fingida sindicância interna: Uma montagem, monte de mentiras onde a culpa recairá sobre o defunto, ou seja, o motorista leva a culpa.

Nesse caso, além de ser o lado mais fraco, ainda não pode se defender. Filhadaputice pura.

Sinvaldo deixou 11 filhos e o salário próximo do mínimo que recebia era para pagar pensão alimentícia.

sábado, 21 de maio de 2011

IBGE DIVULGA A POPULAÇÃO DOS DISTRITOS DA SERRA GERAL DE MINAS

por Oliveira Júnior  
O distrito de Serra Branca de Minas é o mais populoso do município de Porteirinha, enquanto que a comunidade de Barreiro Branco tem quase a mesma quantidade de habitantes do município sede de Catuti. Em Janaúba, a região da Vila Nova dos Poções tem mais gente em relação aos outros dois distritos desse município. 92% da população de Mamonas moram na cidade.
Essa é uma síntese do relatório do Censo 2010 referente aos distritos da região da Serra Geral de Minas. Este blog (www.oliveirajunior2.blogspot.com), o Jornalismo da Rádio Onda Norte 103,9 FM e o Jornal da Serra Geral tiveram acesso a esse levantamento efetuado no ano passado pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – e que será divulgado nos próximos dias.
O Censo 2010 do IBGE apontou que nos 16 municípios da Serra Geral, pólo de Janaúba, a população é composta de 280.038 habitantes, sendo 178.127 (63,60%) residentes na área urbana e 101.911 (36,40%) moram na zona rural. Dos 280.038 habitantes da Serra Geral de Minas, 140.168 são homens e 139.870 mulheres.
DISTRITOS DA SERRA GERAL
O município de Porteirinha possui 7 distritos onde concentram 47,24% da população. Serra Branca de Minas é o mais populoso, pois detém 42,06% dos habitantes da zona rural de Porteirinha. Em Serra Branca há 7.478 moradores, mais do dobro da população do segundo distrito mais habitado, que é Gorutuba com 3.551 habitantes, seguido por Tocandira com 2.842 pessoas e Mulungu de Minas que tem 2.307 moradores, conforme o Censo 2010 que registrou 930 habitantes em Paciência e 671 em Mocambinho. Na cidade de Porteirinha são 19.859 habitantes que, acrescidos de 17.779 da área rural, totalizam 37.638 moradores no município porteirinhense.
Os 66.803 habitantes de Janaúba estão, de acordo com o Censo 2010, distribuídos da seguinte forma: 59.470 na cidade, 3.187 no distrito de Vila Nova dos Poções, 2.213 no Quem Quem e 1.933 no Barreiro da Raiz.
Em Catuti são 2.582 na cidade e 2.520 no distrito de Barreiro Branco. Espinosa tem 31.113 habitantes, sendo 26.424 na área urbana e 4.689 no distrito de Itamirim. Em Gameleiras, são 3.419 moradores na cidade e 1.720 em Jacu das Piranhas. A população da cidade de Mamonas é composta de 5.838 pessoas acrescidas de 483 que residem no distrito de Barrinha.
No município de Mato Verde são 12.685 habitantes, dos quais 11.884 se encontram na cidade e 801 no distrito de São João do Bonito. Em Riacho dos Machados há, conforme o Censo 2010 do IBGE, 9.360 habitantes, sendo que 7.725 habitam na cidade e 1.635 moram no distrito de Bem-Querer.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Governo de Minas anuncia construção de quatro prédios escolares para o Norte de Minas

A região vai receber R$ 11 milhões dos R$ 47,8 milhões liberados pela Secretaria de Estado de Educação (SEE) para a construção de 15 novos prédios escolares em todas as regiões do Estado. Esse montante sera para a construção de quatro novos prédios no norte de Minas Gerais, sendo os municípios agraciados:Catuti, Porteirinha, Januária e Montes Claros.
Em Catuti, a construção se dará em dois lotes de terrenos cedidos pelo senhor José Silveira Lopes, Seu Zezico, localizado fora do terreno da Escola Estadual Joaquim Teixeira de Brito do distrito de Barreiro Branco.O prédio da E.E. J. Teixeira de Brito foi construído na década de 80 quando Barreiro branco era povoado de Mato Verde, no mandato do prefeito Leobino Teixeira.O prédio novo será construído com 12 salas, na entrada do distrito, e o investimento previsto é de R$ 3,1 milhões.
Em Porteirinha, haverá a construção de prédio escolar com 12 salas que vai beneficiar estudantes da Escola Estadual Joaquim Marcelino da Conceição, com investimento de R$ 3,2 milhões.
No município de Januária será construído prédio escolar com quatro salas para a Escola Estadual de Boa Vista. O investimento previsto é de R$ 1,9 milhões e em Montes Claros, o investimento é de R$ 2,9 milhões para a construção de novo prédio escolar para a Escola Estadual de Aparecida do Mundo Novo, no distrito de mesmo nome,com oito salas.
 A Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas (Setop) já autorizou a abertura do processo licitatório para selecionar as empresas que vão executar as obras e os editais estarão disponíveis no site do Deop-MG até o final do mês de maio com previsão de conclusão do processo licitatório e inicio de construção no segundo semestre, e inauguração em 2012.