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segunda-feira, 2 de julho de 2012

A situação no Oriente Médio se agrava com ameaças de ataque ao Irã e à Síria, sob falsos pretextos.
O Estado sionista israelense aumenta sua arrogância, intransigência e agressividade. Já não disfarça seu propósito expansionista e de fazer de Israel um Estado étnico, religioso e integralista, o que implica a expulsão dos palestinos da Palestina.

sábado, 10 de março de 2012

Sobrevivente do Holocausto afirma que Israel age como os nazistas

"Há uma tentativa de desumanizar os palestinos, como foi feito com os judeus".
Um dos poucos sobreviventes do campo de concentração nazista de Aushwitz, Hajo Meyer, afirmou durante uma turnê de palestras na Escócia, que é possível traçar paralelos entre o tratamento recebido pelos judeus na 2ª Guerra Mundial e a situação atual dos palestinos nas mãos dos israelenses.
“Os israelenses desumanizam os palestinos, tal como os nazistas tentaram me desumanizar. Ninguém deveria desumanizar o outro”, disse Meyer, que passou dez meses em Aushwitz em 1944. “Talvez Israel não seja o país mais cruel do mundo, mas uma coisa é certa: Israel é o campeão mundial em pretender ser o país de maior cultura e civilização”, afirmou.
O alemão nasceu em Bielefeld, em 1924. Depois de ser proibido de ir à escola, em 1938, foi para a Holanda, sozinho. Meyer passou um ano escondido, quando foi pego pela Gestapo e enviado ao campo de concentração de Auschwitz, onde permaneceu por dez meses. Hoje, vive na Holanda e é autor de três livros sobre judaísmo, Holocausto e sionismo.
Meyer defende que o significado do termo “anti-semita” mudou. “Antes, anti-semita era alguém que odiava os judeus, por eles serem judeus. Hoje, anti-semita é alguém que é odiado pelos judeus.” Como porta-voz da Rede Internacional de Judeus Anti-Sionistas,  afirmou que é preciso saber que criticar Israel não é o mesmo que criticar os judeus.
O ativista escocês pela causa palestina, Mick Napier, afirmou que Hajo Meyer entende "o abuso que Israel faz da trágica história do Holocausto para defender seus próprios crimes".
*Com informações do portal Palestina Libre

sexta-feira, 2 de março de 2012

Tropas invasoras de Israel fecham emissoras de televisão da Palestina

Exercito judeu invade e fecha emissora de TV na Palestina.
Mais um crime do exército terrorista de Israel, desta vez contra a liberdade de imprensa. Será que a mídia canalha sionista, nacional e internacional, irão protestar ou mesmo divulgar?
Será que a Rede Globo e o PIG protestarão com ênfase e repetidamente esse crime israelense contra a liberdade de imprensa? Se fossem coerentes, honestas e isentas, sim.
Soldados e funcionários do Ministério de Comunicações de Israel fecharam na quarta-feira (29) duas emissoras de televisão em Ramallah, Palestina, após confiscar equipamentos de transmissão e computadores, em diversas “batidas” efetuadas em solo palestino. 
¨Desocupação¨do estudio da TV Wattan.
A operação aconteceu na madrugada de quarta-feira nas redações da emissora privada "Watan" e do canal "Al Quds" ligado à universidade palestina de mesmo nome, informaram as redes de notícias.
Além disso, quatro funcionários da "Watan" foram detidos durante algumas horas: o responsável de produção Abdul Rahman Thaher, a correspondente Hamza Salaymeh, o especialista gráfico Ibrahim Milhim e o locutor Ahmad Zaki.
"Me prenderam junto com meus companheiros e armaram uma confusão enorme nos escritórios. Ficaram muito aborrecidos ao ver uma foto de Khader Adnan (um preso palestino que ficou 66 dias em greve de fome) pendurada na parede", afirmou um funcionário à agência palestina "Ma'an".
Tanto o Exército como o Ministério de Comunicações israelenses confirmaram a operação, enquanto o ministro de Telecomunicações palestino, Mashur Abu Daqa, condenou a ação.
“DESCULPAS”
O porta-voz do ministério israelense, Yejiel Shavi, disse que a transmissão palestina "interferia" nas ondas de rádio e televisão israelenses e na comunicação aérea. O argumento, para tentar legitimar a arbitrariedade israelense, foi de que a interferência "poderia [eventualmente] fazer com que um dia caísse um avião no aeroporto Ben Gurion", perto de Tel Aviv.
O representante sionista argumentou que a operação respeita os Acordos de Oslo de 1993. Esses acordos preveem que, tanto Israel como a ANP (Autoridade Nacional Palestina) devem zelar para que suas respectivas transmissões não gerem interferências, enquanto um comitê técnico de especialistas deve estudar as eventuais questões que surjam.
O ministro de Telecomunicações palestino afirmou que Israel não tinha feito nenhum pedido prévio a respeito por meio dos canais oficiais e assegurou que as emissoras operavam de forma legal.
"Ao colocar estas duas estações em ponto de mira, a ocupação israelense provoca nossa sociedade e nosso povo, especialmente os jovens", disse em entrevista coletiva concedida em Ramallah.”

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Soldado israelense ‘esquecido’ é devolvido pelos palestinos

O Exército israelense “esqueceu” um soldado durante uma operação na região de Ramallah, no território ocupado da Cisjordânia, e conseguiu recuperá-lo graças aos palestinos, segundo a imprensa de Israel.
As forças israelenses entraram na quarta-feira a bordo de um comboio em um vilarejo ao norte de Ramallah. Na saída deixaram um militar no local.
De acordo com a imprensa, os palestinos da localidade cercaram o oficial e o tranquilizaram, antes de acompanhá-lo até um posto militar israelense, onde se reuniu com os soldados de sua unidade que haviam sido advertidos sobre o incidente.
O Exército israelense abriu uma investigação sobre o episódio.
Fonte: AFP

domingo, 15 de janeiro de 2012

Israelenses usam veículos como armas contra crianças palestinas

Os atropelamentos propositais, que antes aconteciam vez ou outra, estão se tornando cada vez mais comuns
No dia 12 de janeiro, como faz todos os dias, Hiba Abdul Ghaffar, 13 anos, moradora da cidade de Hebron, saiu de casa, em sua cadeira de rodas, para ir à escola. Perto da mesquita Ibrahimi, um carro aproximou-se e avançou, batendo na cadeira e derrubando-a. Hiba foi levada ao hospital. O motorista fugiu.
No mesmo dia, na vila de EinaBous, perto de Nablus, Angham Omram, 17 anos, também estava a caminho da escola. De repente, foi surpreendida por um carro, que avançou em sua direção e a atropelou. A motorista acelerou e desapareceu. Angham está hospitalizada.
Não, não se trata de mero acaso. As duas garotas foram vítimas de colonos israelenses, que há algum tempo vêm usando seus carros como arma para ferir a população palestina. Os atropelamentos propositais, que antes aconteciam vez ou outra, estão se tornando cada vez mais comuns.
Na terça-feira, 10 de janeiro, Sara Al Ja’bari, de apenas 3 anos, foi atropelada perto da colônia israelense de Kiryat Arba, em Hebron. Dias antes, em 6 de janeiro, um jipe do exército israelense avançou sobre Mahmoud Al-Aw’ar, em Silwan, Jerusalém oriental. Sara e Mahmoud foram levados a hospitais, ela com ferimentos moderados, ele com fraturas em várias partes do corpo.
“Os soldados não permitiram que os médicos locais prestassem os primeiros-socorros a Mahmoud”, denunciou Jawad Siyam, diretor do Wadi Hilweh Information Center, de Silwan. Ele foi levado ao hospital Al Makasid depois de algum tempo, sofrendo dores fortes em consequência da falta de cuidados.
Segundo Ghassan Khatib, diretor do Ministério da Informação da Autoridade Nacional Palestina (ANP), o governo israelense pouco tem feito para evitar que os colonos continuem a cometer esses crimes. “Esses incidentes são parte da violência crescente dos colonos contra o povo palestino, tolerada pelas autoridades de Israel”, diz Khatib.
Os atropelamentos ocorrem nas áreas A e B da Cisjordânia – conforme os acordos de Oslo, a área A é de responsabilidade do governo palestino, ao passo que na B essa responsabilidade é compartilhada com os israelenses – o que significa que a polícia e o governo palestinos poderiam ao menos tentar proteger seus cidadãos. Não estariam, porém, livres de represálias caso fizessem isso, pois, na prática, os acordos de Oslo não são respeitados por Israel, que detém o controle efetivo da Palestina.
Por isso, a Autoridade Nacional Palestina limita-se a anunciar que questionará oficialmente as autoridades israelenses para saber que esforços estão sendo feitos para investigar esses e outros ataques contra palestinos. “As autoridades de Israel precisam mostrar que nenhuma violência envolvendo colonos será tolerada”, acrescenta Khatib, numa clara referência às rápidas medidas tomadas pelo governo sionista contra os colonos que atacaram bases militares israelenses. Eles logo foram identificados e responsabilizados.

Enviado por Baby Siqueira Abrão
Direto de Ramallah p/Brasil de Fato

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

CENSURADO - MÚSICA QUE O ROBERTO CARLOS NÃO CANTOU EM JERUSALÉM

O youtube censurou video. Sabem por que?
Porque mostrava fotos dos crimes de guerra realizados pelos israelenses contra crianças da palestina que eles ocuparam.
As verdades não podem ser mostradas.  Mas voçe pode ver o video aqui...
Ou,se desejar, pode assistir ao vídeo proibido no yutube aqui.
Mais imagens de crianças palestinas massacradas pelos soldados de Israel, o país de covardes que é apoiado pelos Estados Unidos.











Torturar e humilhar crianças, trabalho para os valentes fuzileiros israelitas.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Brasil decide apoiar palestinos na ONU e irrita Israel

O governo Dilma Rousseff já se decidiu: em setembro, quando a Autoridade Palestina pedir para se tornar o 194.º país-membro da ONU, terá o voto brasileiro. A garantia de apoio foi passada ao presidente palestino, Mahmoud Abbas, por um mensageiro especial de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva, há menos de um mês. Lula prontificou-se ainda a pessoalmente ajudar Ramallah a conquistar votos de países em desenvolvimento.
Israel, do outro lado, tenta agora uma ofensiva para "contenção de danos". Dois integrantes do primeiro escalão do governo estão a caminho do Brasil. Um deles, Moshe Yaalon, vice do primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, solicitou um encontro com Dilma - que deverá ser recusado pelo Planalto.
Os israelenses sabem que ao final não conseguirão reverter a decisão brasileira, mas querem evitar que Brasília "puxe votos" contra Israel.
"O objetivo do Brasil é ajudar a criar um fato político que empurre israelenses e palestinos para uma negociação direta. Do jeito que está, o conflito tende a se eternizar", explicou ao Estado o assessor para Assuntos Internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia. "A questão palestino-israelense é o foco de desestabilização do Oriente Médio", defendeu Garcia.
Em entrevista ao Estado de S. Paulo, o chanceler Antonio Patriota havia indicado que o Brasil "não terá dificuldades em votar a favor" do reconhecimento do Estado palestino pelas Nações Unidas.
Dilma discursará na sessão anual da Assembleia-Geral da ONU, quando virá à baila a questão. Ela será a primeira a subir à tribuna em Nova York, conforme a tradição que, desde 1947, reserva ao Brasil a abertura dos discursos de chefes de Estado, ministros e demais autoridades nacionais na plenária.
O reconhecimento dos palestinos pela ONU, porém, deverá passar ainda pelo Conselho de Segurança, onde provavelmente acabará vetado pelos EUA.
Com informações do jornal O Estado de S. Paulo