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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

PESQUISA CNT / SENSUS - CONTRA LULA OU DILMA, AÉCIO NEVES PERDERIA DE LAVADA EM 2014

Do Jornal do Brasil
Em pesquisa divulgada nesta sexta-feira pela CNT/Sensus o ex-presidente Lula teria 69,8% dos votos caso as eleições presidenciais de 2014 fossem hoje. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) terminaria em segundo com 11,9% e o governador pernambucano Eduardo Campos (PSB) com 6,5%, em terceiro.
Já com a presidente Dilma nas opções de voto, ela ganharia o segundo mandato com 59%, sendo seguida por Aécio Neves, 14,8%, e Eduardo Campos, 6,5%. Apenas o nome dos quatro possíveis candidatos poderiam ser citados. Com Lula, 15,2 % não sabem ou não votariam em ninguém, enquanto com Dilma a porcentagem subiu para 19,7.
Num possível segundo turno entre Lula e Aécio Neves, o petista teria 73,4% contra 15,2% do senador mineiro, além de 11,4% das pessoas que não sabem ou não anularam. Contra Dilma, Aécio subiu para 21,5%, mas ainda longe dos 63,8% da atual presidente. 14,6% não opinaram.
Com o governador de Pernambuco as vantagens são maiores. Lula ganharia 76,1% dos votos contra 8,7% de Campos e 15,2% de nulos e sem opinião. Dilma se reelegeria com 69,1% sendo que o governador teria 12,4% dos votos. 18,6% ainda não sabem ou anulariam.
A pesquisa foi realizada entre 18 e 22 de julho com duas mil pessoas nas cinco regiões do país.

sábado, 28 de abril de 2012

AÉCIO NEVES SE IRRITA COM PERGUNTA SOBRE PRIMA DE CACHOEIRA - VÍDEO

Aécio Neves é um "verdadeiro" DEMocráta. Depois de indicar para gargo público comissionado, sem concurso em Minas Gerais uma pessoa, (PRIMA DE CARLINHOS CACHOEIRA) só para atender a um pedido de DEMóstenes, "Aécinho" ainda se acha no direito de não dar satisfação à opinião pública e responde mal a um repórter.
Aécio foi questionado se, a exemplo do que fez o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), que solicitou investigação da Procuradoria-Geral da República para se defender das acusações de envolvimento com Cachoeira, também pediria uma apuração sobre o episódio envolvendo seu nome.
"Atendi a um pedido do líder do Democratas, [na época, o senador Demóstenes Torres] uma pessoa altamente qualificada. Talvez mais do que você, pela qualidade da sua pergunta", disse, dirigindo-se ao repórter.
O vídeo e a cara de cansado de Aécio você vê aqui 

terça-feira, 24 de abril de 2012

Imprensa aecista tem que engolir: A Lista de Furnas é autêntica

O Deputado estadual Rogério Correia (PT/MG) ganhou na justiça direito de resposta, em relação às ofensas que recebeu do jornal demotucano "Estado de Minas", sobre a Lista de Furnas.
A lista foi periciada pelo Instituto de Criminalística da Polícia Federal, que deu parecer pela sua autenticidade.
O deputado reiterou diversas vezes ao jornalão esse e outros fatos, mas o jornalão censurou o direito de resposta, ignorou os fatos objetivos, e só publicou as ofensas contra Rogério Correia perpetradas por políticos tucanos com fins de fugirem de explicar ao povo o encontro marcado que terão com justiça por causa do conteúdo da Lista de Furnas.
Revista Veja é a próxima bola da vez
A revista “Veja” veiculou matéria de natureza idêntica contra Rogério Correia, e também será processada. Espera-se que o mesmo resultado conseguido na justiça mineira.
Além do direito de resposta, a ação pede indenização por danos morais, tanto ao jornal Estado de Minas, quanto à revista “Veja”.
Entenda o caso:
- A Lista de Furnas indicou caixa-2 das fornecedoras de Furnas para financiar campanha políticos demotucanos nas eleições de 2002.
- O Instituto de Criminalística da Polícia Federal periciou a lista e emitiu parecer pela autenticidade;
- O ex-deputado Roberto Jefferson (PTB/RJ), em depoimento na Polícia Federal, confirmou ter recebido R$ 75 mil que aparecem na lista atribuídos a seu nome.
- Uma ação do Ministério Público Federal do Rio de Janeiro (sede da empresa), que corre em segredo, investiga esse caixa-2.
- Os tucanos mineiros entraram em pânico diante da denúncia iminente do Ministério Público, e torraram R$ 200 mil para arrumar um laudo fajuto, sem valor jurídico, encomendado a um polêmico perito estadunidense para neutralizar o noticiário negativo contra si.
Como a perícia do "gringo" foi extra-judicial, suspeita-se que os demotucanos mineiros enviaram uma "xerox" da lista de Furnas para o perito estadunidense, que deve ter atestado o óbvio: uma xerox não poderia ser atestada como original.
Os tucanos se acovardaram e escondem a quatro chaves o laudo fajuto comprado por R$ 200 mil, com medo de repetirem o "mico" de José Serra, da TV Globo e do perito Molina nas eleições de 2010, quando quiseram transformar uma bolinha de papel em uma gigantesca fita crepe de uns 2Kg, e foram desmascarados por internautas que analisaram quadro a quadro o vídeo. Foi um fiasco para a Globo e para Serra, só comparável ao ex-goleiro do Chile, Rojas, quando tentou simular ser vítima de um rojão que não o atingiu, para anular um jogo que estava perdendo para o Brasil. Não convenceram ninguém.
- O jornalão "Estado de Minas" espalhou boatos e calúnias plantados pelo PSDB mineiro contra Rogério Correia, com base no factóide do laudo fajuto, recusando-se a garantir a divulgação da versão, fartamente documentada, sobre a autenticidade da “Lista”.
osamigosdopresidentelula

Com ajuda de Demóstenes, Cachoeira 'nomeou' prima no governo de Minas

Senadores Demostenes Torres e Aécio Neves.
Senador recorreu ao colega e ex-governador Aécio Neves para emplacar Mônica Vieira.
Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo - Escutas telefônicas da Polícia Federal revelam que o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) intercedeu diretamente junto a seu colega, Aécio Neves (PSDB-MG), e arrumou emprego comissionado para uma prima do empresário do jogo de azar Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Mônica Beatriz Silva Vieira, a prima do bicheiro, assumiu em 25 de maio de 2011 o cargo de Diretora Regional da Secretaria de Estado de Assistência Social em Uberaba. 
Do pedido de Cachoeira a Demóstenes, até a nomeação de Mônica, bastaram apenas 12 dias e 7 telefonemas. Aécio confirma o empenho para atender solicitação de Demóstenes, mas alega desconhecer interesse de Cachoeira na indicação.
São citados nos grampos Marcos Montes (PSD), ex-prefeito de Uberaba, e Danilo de Castro, principal articulador político de Aécio em seu Estado e secretário de Governo da gestão Antonio Anastasia (PSDB), governador de Minas. Eles negam envolvimento na trama.
A PF monitorou Cachoeira, a prima e Demóstenes no bojo da Operação Monte Carlo, que desmantelou alentado esquema da contravenção, fez ruir a aura de paladino do senador goiano e expôs métodos supostamente ilícitos da Delta Construções para atingir a supremacia em sua área de ação.
Aécio não caiu no grampo porque não é alvo da investigação. Mas ele é mencionado por Demóstenes e Cachoeira. O contraventor chama Demóstenes de ‘doutor’ e o senador lhe confere o título de ‘professor’.
O grampo que mostra a ascensão profissional da prima de Cachoeira está sob guarda do Supremo Tribunal Federal (STF), nos autos que tratam exclusivamente do conluio de Demóstenes com o bicheiro.
Em 13 de maio de 2011, Aécio é citado pela primeira vez. Cachoeira pede a Demóstenes para “não esquecer” do pedido. “É importantíssimo prá mim. Você consegue por ela lá com Aécio... em Uberaba, pô, a mãe dela morreu. É irmã da minha mãe.”
Demóstenes responde. “Tranquilo. Deixa eu só ligar pro rapaz lá. Deixa eu ligar prá ele.”
A PF avalia que o caso pode caracterizar tráfico de influência. “Seguem ligações telefônicas, divididas por investigado, em ordem cronológica, que contém indícios de possível cometimento de infração penal por parte de seus interlocutores ou pessoas referidas.”
Na síntese que faz da ligação de Cachoeira para Mônica, a 26 de maio – contato durou 3 minutos e 47 segundos –, a PF assinala. “Falam sobre a nomeação de Mônica para a SEDESE/MG, conseguida por Cachoeira junto ao senador Aécio Neves por intermédio do senador Demóstenes Torres e de Danilo de Castro.”

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Sempre houve denuncias da utilização da Cemig e Copasa nas campanhas para governo de Minas. Agora Aécio começa a estender tentáculos para utilizar mesmo esquema a nível nacional.

Campanha Aécio - 2014 aparelha comunicação da LIGHT.
A Light, empresa distribuidora de energia elétrica, tem como maior acionista a CEMIG, do governo de Minas. Depois das explosões de bueiros nas ruas do Rio de Janeiro, o que a empresa mais precisa é de técnicos, engenheiros e manutenção da rede. Certo?
Mas a turma do senador Aécio Neves (PSDB/MG) resolveu criar uma nova diretoria para a área de... comunicação. Ora, a Light é concessionária de uma área exclusiva e não tem concorrentes. Por que precisaria de uma diretoria de comunicação para fazer propaganda?
Talvez seja pelo mesmo motivo que José Serra, quando era governador de São Paulo, fez uma enorme campanha publicitária da SABESP (empresa de água e saneamento básico) do Oiapoque ao Chuí. Serra era candidato a Presidente naquela época (na verdade ainda é). Aécio é candidato a Presidente hoje.
Para piorar o caso, o nome indicado não é um quadro técnico, é Ziza Valadares, ex-deputado estadual e ex-presidente do Clube Atlético Mineiro.
Só pode ter uma explicação: mesmo ainda impedida de publicar anúncios de campanha eleitoral, os gastos com propaganda tornam parte da imprensa mais dócil com o candidato. Além disso, publicitários bem remunerados para fazer as peças dessas empresas, podem resolver trabalhar "voluntariamente" na campanha eleitoral, se é que vocês me entendem.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Aécio elogia Demóstenes Torres, sócio do contraventor Cachoeira, que explora máquinas caça níqueis em Uberlândia.

Uma cachoeira de fundo? Com o desenrolar das investigações...
Receio da contravenção em Minas repercutir fez Anastasia trocar cúpula da Policia, mas a notícia agora é oficial. O relatório da Operação Monte Carlo da Polícia Federal é peremptório na folha 593: Conforme elementos de prova, juntados aos autos, o irmão e o sobrinho de Carlinhos Cachoeira exploram máquinas caça-níqueis em Minas Gerais, na cidade de Uberlândia.
E agora governador Anastasia? Como explica essa atuação livre, em seu estado, bem debaixo de seu nariz?
Está explicado o aparte elogioso do senador Aécio Neves (PSDB/MG) ao discurso do seu colega Demóstenes Torres (DEM/GO), no dia 06/03/2012, quando o goiano ainda tentava dissimular que seu relacionamento com Cachoeira seria só social e não saberia das atividades ilegais. Eis as palavras de Aécio registradas nos anais do Senado:
O SR. DEMÓSTENES TORRES (Bloco/DEM – GO) – Agradeço a V. Exª e concedo a palavra ao Senador Aécio Neves.
O Sr. Aécio Neves (Bloco/PSDB – MG) – Ilustre Senador Demóstenes, para nós que o conhecemos e o conhecemos em profundidade talvez soasse desnecessária sua presença hoje na tribuna do Senado Federal para tratar dessa questão. Compreendo a iniciativa de V. Exª de falar ao Brasil, de prestar os devidos esclarecimentos aos brasileiros, em primeiro lugar, porque V. Exª é uma figura nacional; aos goianos que, por duas vezes, o trouxeram a esta Casa; e, por último, a seus pares. A serenidade, Senador Demóstenes que V. Exª demonstra, acompanhada da clareza de seu pronunciamento e da firmeza com que se coloca perante seus Pares só confirmam o caráter de V. Exª e isso torna-se ainda mais relevante porque vem emoldurado pela unanimidade das manifestações dos seus Pares de todas as vertentes políticas. V. Exª é um homem digno, sempre agiu dessa forma em todos os cargos públicos que ocupou. E digo mais, V. Exª, Senador Demóstenes, é dos mais preparados e destemidos homens públicos deste País e, por isso mesmo, dos mais respeitados. Esteja seguro, V. Exª, a sua família, aqueles que como eu tanto o admiram, de que será desta forma que V. Exª continuará a ser visto pelos brasileiros, pelos goianos e pelos seus Pares: com respeito e enorme admiração. 

sábado, 31 de março de 2012

sexta-feira, 23 de março de 2012

Aécio e assessoria não distinguem legal de imoral

Três servidores comissionados recebem, além do salário do Senado, remunerações por integrar conselhos de empresas do estado.
Entre 2003 e 2010 Minas Gerais foi governada por Aécio. Desde o ano passado o estado segue sob o comando de seu afilhado político Antônio Anastasia, também do PSDB. Como no Senado ninguém é obrigado a bater ponto e as estatais exigem a presença dos assessores de Aécio em no máximo uma reunião mensal, é possível turbinar os rendimentos em até 46%.
Nomeado assessor técnico de Aécio em fevereiro de 2011, o administrador Flávio José Barbosa de Alencastro recebe R$ 16.337. No Conselho de Administração da Companhia de Abastecimento de Minas (Copasa), ele tem direito a até R$ 5.852 por mês, totalizando R$ 22.190. A política de remuneração da Copasa, enviada à Comissão de Valores Mobiliários, diz que em 2011 foram reservados mais de R$ 630 mil para o pagamento dos nove conselheiros. Metade é paga como parcela fixa mensal e o restante, conforme a participação nas reuniões. Alencastro foi eleito para o conselho em 15 de abril, menos de um mês após a nomeação no Senado.
Rotina
Também assessora de Aécio, com salário de R$ 16.337, a jornalista Maria Heloísa Cardoso Neves recebe jetons de R$ 5 mil por mês da Companhia de Desenvolvimento Econômico de MG (Codemig) para participar, obrigatoriamente, de três reuniões anuais do Conselho de Administração. E, por vezes, de encontros extraordinários. Em 2011, foram três. Heloísa foi indicada em 2004, pelo então governador Aécio, e admitida pelo Senado em 2011. Ela diz que sua atribuição é, sobretudo, cuidar de estratégias de comunicação e projetos ligados à área.
Assistente parlamentar do senador, Maria Aparecida Moreira, trabalha como atendente no escritório político do tucano na capital, com salário de R$ 3.202 pago pelo Senado. A Companhia de Habitação (Cohab-MG) lhe garante R$ 1.500 mensais por integrar o Conselho de Administração. Segundo o órgão, os integrantes participam de "até uma reunião ordinária mensal". A assessora está no conselho desde 2003 e no Senado desde agosto de 2011.
Irregularidades x imoralidade
Questionado, Alencastro não se pronunciou. Heloísa Neves e Maria Aparecida disseram que não há irregularidade e que a documentação referente aos conselhos foi entregue ao Senado, sem objeções. A Casa não se pronunciou sobre o acúmulo de cargos.
Aécio informou, via assessoria, que não há vedação legal ou incompatibilidade entre as funções. Alegou que a acumulação indevida, prevista na Constituição, não se aplica a esses casos e que o STF, em medida cautelar, acolheu esse entendimento. Aécio disse que os funcionários cumprem carga horária regular no Senado.
O que o ex-governador mineiro e seus assessores não entederam ainda é que existe uma sutil diferença entre ilegalidade e imoralidade. Mesmo não sendo considerada ilegal, o fato de assessores que não cumprem obrigatoriamente horário de trabalho em nenhum de seus dois "empregos" e recebem mais de R$ 16 mil em salários pagos pelo contribuinte por mês é imoral.
Informações são do jornal O Estado de S. Paulo

sexta-feira, 2 de março de 2012

Do que nos livramos por 3 eleições para presidente?: UM TUCANO CARA-DE-PAU QUE MENTE SUCESSIVAMENTE...

"NÃO,NÃO SEREI CANDIDATO A PREFEITO,JÁ FUI UMA VEZ..."
Serra diz, em vídeo na internet para todos verem que não seria candidato à prefeitura de São Paulo. Diz que cumprirá todo o mandato, como se fosse um grande favor, e diz agora que vai participar das prévias no partido.
José Serra (PSDB/SP) afirmou categoricamente que não se interessava em concorrer à prefeitura de São Paulo, no dia 25 de fevereiro de 2011, na Rádio Jovem Pan.
Agora, Serra demonstra que mentiu, ao lançar-se candidato à prefeito, no dia 28 de fevereiro de 2012.
Aliás, mentira é o que não falta na vida de Serra. Nas eleições de 2004 ele já havia mentido. Prometeu e assinou documento se comprometendo junto ao eleitor a não abandonar o cargo, se eleito, para concorrer em 2006. Mentiu! Abandonou a prefeitura com 1 ano e 3 meses de mandato.
Para piorar, na entrevista à Joven Pan, Serra desdenhou da eleição para prefeito deste ano. Deu a entender que o cargo de prefeito de São Paulo era pouco para ele, uma vez que já foi prefeito e ele só pensa na presidência em 2014.
Com isso, Serra dá mostras de que em vez de candidatar-se para servir aos paulistanos, quer servir-se da prefeitura como trampolim para a candidatura presidencial em 2014.
É um mentiroso contumaz, mas a imprensa corrupta, golpista, ultra racista e ladra acoberta suas ações hipócritas com um cinismo que choca a opinião pública e que desmoraliza a liberdade de imprensa e a própria democracia.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Ficha suja e democracia.

O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão, reduto família Sarney, acelerou os levantamentos para entregar até o dia 5 do mês de março ao Tribunal Regional Eleitoral daquele estado a relação dos gestores com contas reprovadas. Aqui, nos rincões do imperador carioca eleito ao senado pelos mineiros, não se cogita sequer se irão entregar uma lista para conhecimento dos eleitores. Provavelmente a elite tucana no Estado já tenha sua lista ¨oficial¨, e, por mero descuido, deixara vazar nomes dos que não rezarem em suas cartilhas.
Minas está mesmo fudida. Primeiro o governo compara a verba da segurança com a de Alagoas, o Estado mais violento do país. Agora perdemos em democracia para o Maranhão dos ditadores do presidente do senado José Sarney. É mole?.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Estudo mostra que maioria dos racistas, homofônicos e com opiniões política de direita são menos inteligentes

Um polêmico estudo canadense que inclui dados coletados de mais de 50 anos, diz que as pessoas com opiniões políticas de direita tendem a ser menos inteligente do que o esquerdo. Ao mesmo tempo, adverte que as crianças de menor inteligência tendem a desenvolver pensamentos racistas e homofóbicas, na idade adulta.
A pesquisa foi realizada por acadêmicos da Universidade Brock, em Ontário, pesquisando informação de mais de 15 mil pessoas, comparando o seu nível de inteligência encontrados na infância com os seus pensamentos políticos como adultos.
Os dados analisados são de dois estudos no Reino Unido em 1958 e 1970. Eles mediram a inteligência das crianças com idade entre 10 e 11 anos. Em seguida, são monitorados para descobrir suas posições políticas até os 33 anos de idade.
Segundo as conclusões da equipe, as pessoas com menor nível de inteligência gravitam em torno de pensamentos de direita, porque os faz sentir mais seguro no poder, que se relaciona com o seu nível educacional, inclui o jornal britânico.
"As habilidades cognitivas são fundamentais na formação de impressões dos outros e ter a mente aberta. Indivíduos com menores capacidades cognitivas gravitam em torno de ideologias conservadoras sociais que mantêm as coisas como elas são, porque fornece um senso de ordem", dizem no estudo publicado no Journal of Psychological Science.
Mas esta não é a única conclusão a que chegou a controversa por acadêmicos. Comparando dados de um estudo de 1986 nos Estados Unidos sobre o preconceito contra os homossexuais, descobriu que pessoas com baixa inteligência, detectado na infância, tendem a desenvolver pensamentos propensos ao racismo e homofobia.
"As ideologias conservadoras representam um elo crítico através do qual a inteligência na infância pode prever o racismo adulto. Em termos psicológicos, a relação entre inteligência e preconceitos podem ser derivados, com probabilidade de indivíduos com baixas habilidades cognitivas para apoiar a direita e conservadores, porque eles oferecem uma sensação de estabilidade e ordem ", acrescentou.
"No entanto, é claro que nem todas as pessoas menos inteligentes são preconceituosas e mostram pensamento conservador ", disse a equipe de pesquisa.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Volta as aulas com hipocrisia em Minas.

A máquina de propaganda do governo tucano em Minas Gerais produziu uma peça publicitária que não passa de uma grande provocação aos trabalhadores e trabalhadoras da educação pública. Valendo-se 
Sinceramente, assim como a propaganda de D.Lucinha que comparou a culinária mineira (tutu) com dinheiro no bolso,essa peça publicitária é um acinte. Uma provocação.Dinheiro público para falar inverdades e futilidades. De qual alegria a artista global fala? Estudante de escola pública bem colocado no vestibular?Faltou falar dos cursinhos e da dedicação pessoal que fazem a diferença. Olimpiada da matemática? Sem falar que boa parte do bom desempenho ¨mineiro¨ vem das escolas médias, das universidades (UFMG), Cefet, UFV etc.
Enfim, o governo do estado mais uma vez chamou trabalhadores e trabalhadoras da educação para a briga. Ou é intencional ou burrice.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Faltam vagas para quase 364 mil estudantes em Minas, diz ONG

Dos que estão matriculados, 84,8% concluem o ensino médio sem dominar matemática
Pedro recebeu de sua mãe uma nota de R$ 10 para pegar o ônibus e, com o troco, comprar a merenda. Quanto vai sobrar para ele depois de pagar a passagem de R$ 2,65? A resposta deveria estar na ponta da língua do menino de 12 anos, aluno do 7º ano do ensino fundamental de uma escola pública de Belo Horizonte, mas o que se vê, diante da pergunta, é uma cara de espanto seguida de silêncio. Pedro – nome fictício de um personagem real – simplesmente não conhece bem as quatro operações básicas da matemática: somar, subtrair, multiplicar e dividir. Nas salas de aula de todo o Brasil, ele não é exceção. Mais da metade dos alunos que concluem o 3º ano do nível fundamental não atingem o conhecimento esperado em matemática. Em Minas, o cenário mais preocupante está nas séries finais, em que 76,2% dos jovens do 9º ano do fundamental e 84,8% dos que estão no 3º ano do ensino médio estão abaixo do nível adequado em matemática.
O domínio dos números e dos cálculos foi apontado como o grande desafio nas escolas pelo Movimento Todos pela Educação. Estudo divulgado ontem pela organização não governamental faz um diagnóstico da defasagem no ensino nos estados e municípios do país e traz números sobre o acesso de crianças e adolescentes às salas de aula. Segundo a pesquisa, o Brasil tem 3,8 milhões de jovens entre 4 e 17 anos fora da escola. Em Minas, são 363,9 mil sem matricula garantida. Apesar dos avanços da última década, o estado tem média de 91,8% de atendimento escolar nessa faixa etária, não atingindo a meta prevista para 2010, de 93,4% da população entre 4 e 17 anos na escola.
O levantamento se baseia no cruzamento entre dados do Censo Demográfico de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e testes aplicados pelo Ministério da Educação (MEC), como a Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização (Prova ABC). O Movimento Todos pela Educação acompanha indicadores com base em metas a serem cumpridas até 2022, data estabelecida pela ONG tendo como marco as comemorações do bicentenário da Independência do Brasil.
Em Minas, o principal obstáculo para a inclusão nas salas de aula está na adolescência. Mais de 170 mil jovens de 15 a 17 anos estão fora da escola, o que equivale a 16,5% da população nessa faixa etária. A educação infantil responde pelo segundo maior déficit, com 121.544 crianças de 4 e 5 anos sem vaga garantida, o que equivale a 22,3% da população nessa faixa etária.
QUALIDADE
Mas a falta de vagas está longe de ser o maior problema da educação. Enquanto o país atinge a marca de 91,5% de atendimento escolar da população entre 4 e 17 anos e caminha para a universalização do ensino, a qualidade ainda é um obstáculo real nas salas de aula. Em Minas, metade dos alunos do 5º ano do ensino fundamental está abaixo do nível adequado de aprendizagem em português. Em matemática, o índice é de 48,5%. O déficit atinge patamar mais ainda preocupante no último ano do ensino fundamental, em que 64,8% dos alunos sabem menos que o esperado em português e 76,2% estão aquém do desempenho adequado em matemática.
Em Belo Horizonte, apenas 16,5% dos estudantes do 9º ano do ensino fundamental atingiram nota maior que 300 pontos em matemática (média considerada adequada) na Prova Brasil aplicada pelo MEC em 2009. Os dados, referentes ao somatório das redes municipal, estadual e particular da cidade, acendem o sinal de alerta em escolas como a Municipal Professor Pedro Guerra, no Bairro Mantiqueira, Região de Venda Nova. Com 1,2 mil alunos de nível médio, a instituição aposta em projetos de reforço escolar e aulas de xadrez para melhorar os índices de aprendizado. “Muitos estudantes não conhecem as operações básicas da matemática e têm muita dificuldade em desenvolver o raciocínio lógico. Com essa defasagem, eles têm problemas para acompanhar todas as matérias. Por isso, usamos um programa de intervenção pedagógica para ajudá-los a se recuperar”, explica a vice-diretora Maria Elizabete Luzzi.
Frequentador das aulas de reforço escolar em matemática, o estudante Ruan Adriano Botelho, de 14 anos, do 9º ano do ensino fundamental, conta como se livrou do trauma de uma reprovação no 7º ano. “Na intervenção são menos alunos na sala e o professor senta do nosso lado para explicar tudo com mais calma. Consigo tirar todas as dúvidas e no ano passado não perdi nenhuma média.” Nas aulas de xadrez, jovens como Gabriela Fonseca e Ivan Rodrigues, ambos de 13 anos e alunos do 6º ano do fundamental, treinam o raciocínio lógico e trilham caminho em busca de melhores notas em matemática. “Nas partidas, exercitamos muito a concentração e isso se reflete na sala de aula”, conta Ivan, que já conquistou medalha de prata numa competição de xadrez da rede municipal de ensino.
Mesmo mal, Minas está entre os melhores
Apesar do mau desempenho dos estudantes mineiros em português e matemática, o estado ostenta um dos melhores indicadores de ensino no país, segundo levantamento do Movimento Todos pela Educação. Entre as unidades da Federação, Minas tem o maior percentual de municípios que atingiram as metas do 5º ano do ensino fundamental para aprendizado nas duas disciplinas avaliadas. No 9º ano, o estado fica em quarto lugar no ranking nacional, sendo que 58% das cidades atingiram a meta em matemática e 90,4%, em português. Os números dão a medida do desafio a ser enfrentado pelo ensino público no país.
A Secretaria de Estado de Educação preferiu não comentar dados específicos da pesquisa, divulgada na tarde de ontem. Mas, numa análise geral, afirma que o levantamento falha por não fazer a distinção entre as redes estadual, municipal e particular. “Respeito muito o trabalho da ONG e acho que os indicadores são importantes para que a sociedade acompanhe a realidade da educação. Mas não sabemos quais elementos foram usados por eles para construir as metas e as projeções de crescimento. Além disso, na rede estadual, as avaliações não são apenas para dizer se o ensino está bom ou ruim, e sim para fazer diagnósticos e determinar os rumos da intervenção pedagógica, a fim de que a educação básica melhore”, afirma a secretária adjunta de Estado de Educação, Maria Céres Pimenta. Procurada pelo Estado de Minas, a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte não se pronunciou sobre o assunto.
MINAS AVAN$$A - Lingua de Trapo

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

FHC declara preferência por Aécio na disputa com Serra para candidatura a presidência

Já era bem claro, para quem sabe, pelo tal “Brado Retumbante” da Rede Globo, que foi “casualmente” lançado.
Mas FHC, o decano do tucanato, tratou de explicitar, na entrevista à revista inglesa The Economist, que a Folha reproduz.
A tática para 2014 está montada: Aécio para a presidência, que livrará o PSDB do quarto massacre, pois, pela idade e candidatura inédita amenizara a vergonha da quarta derrota sequida; Alckmin para o Governo de São Paulo, para tentar fazer com que o provável naufrágio nas eleições paulistanas deste ano atinja o convés superior.
José Serra é impiedosamente moído pela fraternidade de tamanduá do ex-presidente. Que, aliás, “prevê” o obvio: “uma briga interna muito forte no PSDB, entre Serra e Aécio”.
Briga na qual, agora, ele assume publicamente o lado de Aécio.
Serra, a esta altura, é pura bile.
Ele atribui a Aécio o inferno astral que enfrenta com as denúncias da “privataria”.
E não admite a ideia de se tornar o “boi de piranha” para que FHC atravesse o rio com Aécio de grumete.
Enquanto ele, inservível como candidato futuro, é destroçado como o grande beneficiário dos negócios da privatização.
Serra não enfrentará isso de forma aberta, polemizando.
Não é da sua natureza o combate, mas a intriga e a perfídia.
Fernando Henrique julga-se Luís XV, conhecido como “o Bem-Amado”, que arruinou a França.
Serra de outra natureza, é o homem (de)formado na penumbra, nas negaças, no jogo palaciano.
Sente que há uma pinça se fechando sobre ele, para removê-lo de cena.
Não lutará como o leão que não é. Mas como a víbora que sempre foi.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Desempenho de Aécio no Senado frustra até aliados

LEVANTAMENTO DO JORNAL VALOR ECONÔMICO SOBRE O DESEMPENHO DO SENADOR MINEIRO MOSTRA UMA ATUAÇÃO BASTANTE DISCRETA; APENAS NOVE PROJETOS APRESENTADOS, E NENHUM APROVADO; POUCO, PARA QUEM TEM A MISSÃO DE ARTICULAR A OPOSIÇÃO
Com José Serra nas cordas, depois do lançamento do livro “A privataria tucana”, pesam sobre os ombros do senador mineiro Aécio Neves todas as esperanças do PSDB para retornar ao poder. Pré-candidato declarado à presidência em 2014, Aécio já começou a viajar pelo País para fazer palestras e angariar eventuais apoios.
Mas a reputação que Aécio possui de bom articulador político está sendo questionada, nesta segunda-feira, numa reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico. O balanço dos 12 meses da atuação de Aécio no Senado revela uma atuação bastante discreta, quase invisível. Aécio apresentou apenas nove projetos de lei, e nenhum deles foi aprovado, assim como a única proposta de emenda constitucional colocada por ele.
Em alguns casos, as ideias eram boas, mas faltou articulação. Um dos projetos de Aécio previa abatimento no Imposto de Renda dos empresários que fornecem educação a seus trabalhadores. Outro amplia os benefícios previdenciários de casais que adotam crianças – neste caso, um projeto apresentado em conjunto com o senador Lindbergh Farias, do PT. Os demais estavam relacionados a filigranas tributárias, como as compensações que a União deve pagar a estados e municípios.
Elaboração de um discurso
Aécio também apresentou 14 pedidos de explicação a vários ministérios. E eles sinalizam qual seria o eventual discurso do senador mineiro numa campanha presidencial. Provavelmente, seria discurso voltado ao “choque de gestão”. Aécio contestou vários gastos apresentados pelo Ministério da Saúde e também os repasses feitos pelo Tesouro Nacional ao BNDES.
Embora o governo disponha de uma base confortável no Senado, Aécio sempre vendeu a ideia de ser capaz de se articular com a oposição, como fez nas eleições municipais de 2008, quando obteve o apoio do PT para seu candidato, Márcio Lacerda, em Belo Horizonte. No Senado, no entanto, sua tarefa vem sendo bem mais difícil.]

sábado, 26 de novembro de 2011

Baladeiro de plantão

Aécio Neves dentro de carro com a socialite Ana Paula Junqueira
Ana Paula apareceu recentemente em um vídeo que discute o conflito da USP com outras socialites.
Alguém explica o que o senador tucano Aécio Neves, estava fazendo em plena quinta  feira, dia útil, em São Paulo?. Em um dia útil,Aécio caiu do cavalo em Minas. Em outro dia útil, Aécio fugiu do bafômetro no Rio....
Será que ele já foi informado que ganhou dos mineiros uma vaga no Senado, para trabalhar e é pago com dinheiro público?. Vai ver ele não sabe, por isso não fica em Brasília.
Só falta o senador repetir a frase da Luciana Cardoso (filha do FHC): "Se me chamarem eu vou na hora". Ela também recebia polpudo salário em Brasília (também no Senado) sem comparecer ao trabalho. E os tucanos tem a cara de pau de falar em ética.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

MG, governado por tucano, paga o mais baixo piso salarial de professor do Brasil.

Aprovada há mais de três anos, a lei nacional do piso do magistério não é cumprida em pelo menos 17 das 27 unidades da Federação.

A legislação prevê salário mínimo de R$ 1.187 a professores da educação básica pública, em jornada semanal de 40 horas, excluindo as gratificações, e assegura que os docentes passem ao menos 33% desse tempo fora das aulas.
A ideia é que os professores tenham melhores condições de trabalho com aumento salarial e período remunerado para atender aos alunos, preparar as aulas e estudar.O levantamento da Folha com as secretarias estaduais de Educação mostra que a jornada extraclasse é o ponto mais desrespeitado da lei: 15 Estados a descumprem, incluindo São Paulo, onde 17% da carga é fora da classe.
Desse grupo, quatro (MG, RS, PA e BA) também não pagam o mínimo salarial, ou seja, estão totalmente fora da legislação nacional. Outros dois desrespeitam só o salário.Para aumentar o período dos docentes fora da sala de aula é preciso contratar mais profissionais ou elevar a carga dos que já estão na rede -ambas opções são custosas.A lei pode ajudar professores como Diliana Márcia de Barros Lisboa, 43, que leciona história e geografia a adolescentes em duas escolas estaduais de Minas Gerais. Seu salário base é R$ 712.
Ela só consegue corrigir trabalhos e preparar aulas à noite. "Com esse salário, apenas sobrevivo", diz Diliana.
IMBRÓGLIO JURÍDICO
A implementação da lei do piso foi conturbada. Sancionada em julho de 2008, foi contestada três meses depois no Supremo Tribunal Federal pelos governos de MS, PR, SC, RS e CE. Uma das principais argumentações era que a regra significava intromissão em assunto que caberia a cada Estado e município.
Em abril deste ano, o Supremo decidiu que a lei não fere a Constituição.
O Ministério da Educação afirma que a regra deve ser aplicada imediatamente, mas que não pode obrigar Estados e municípios a cumpri-la.Por outro lado, a gestão Dilma disse que pode ajudar redes com dificuldades financeiras, desde que elas comprovem a necessidade -o que não tem ocorrido, afirma o Ministério da Educação.A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação disse que recomendou a seus sindicatos que entrem na Justiça para cobrar a adoção. Governadores e secretários podem sofrer ações de improbidade administrativa.
 "Estados e municípios não se prepararam porque apostaram que ganhariam no Supremo", disse o presidente da confederação, Roberto Leão.O Consed (órgão que reúne secretários estaduais de Educação) disse ser favorável à lei, mas que é necessário um período para transição. "O impasse não interessa a ninguém", disse o vice-presidente Danilo de Melo Souza.
Da Folha para assinante

sábado, 22 de outubro de 2011

Royalties do pré-sal: Aécio esquece o que prometeu na campanha, abandona Minas e defende o Rio

13 DE AGOSTO DE 2010 – Candidato a senador por Minas Gerais, Aécio Neves defende publicamente a distribuição dos royalties do pré-sal de modo mais igualitário, diminuindo a fatia que caberia aos estados produtores em benefício das demais unidades da federação. Na ocasião, Aécio disse: “A nova produção deve ser distribuída equanimente entre todos os estados brasileiros com o critério da população e da renda. Não adianta nada você criar um país com várias divisões. Se você concentra apenas nos estados produtores, vamos ter uma educação diferenciada nesses estados, uma saúde diferenciada nesses estados. O pré-sal é uma grande oportunidade de o Brasil ser mais igual e investirmos mais, principalmente em educação e saúde.”
29 DE SETEMBRO DE 2010 – Aécio encerra sua campanha ao Senado, segundo ele, tomado pelo sentimento de responsabilidade com Minas. Naquele dia, no programa de TV, aos 24 segundos (veja abaixo), o candidato disse: “Vi renascer em mim, ainda mais fortes, os sentimentos de Minas, que têm sempre me acompanhado. O sentimento de afeto, o sentimento de respeito pelos mineiros. O sentimento de responsabilidade para com Minas”.

28 DE SETEMBRO 2011 – Um ano depois daquela fala, eleito e empossado, Aécio já não defendia Minas Gerais na questão da divisão dos recursos do pré-sal. Naquele dia, o tucano subiu à tribuna do Senado e defendeu, sim, os interesses do Rio de Janeiro. No vídeo da TV Senado, aos 29 segundos (assista abaixo), Aécio afirma: “Não se pode pensar em alterar as regras de distribuição dos royalties promovendo a retirada de recursos de Estados e municípios produtores, uma vez que esse direito foi e é assegurado pela Constituição a esses Estados. (…) Digo isso porque não será tirando de nenhum Estado produtor – especial do Rio de Janeiro – recursos que nós vamos redefinir ou refundar a Federação no Brasil”.
9 DE OUTUBRO DE 2011 – Finalmente o Senado votou o projeto dos royalties do pré-sal. Foi um duro embate. Aécio atuou como aliado do Rio, fazendo às vezes de quarto senador fluminense, deixando Minas, na prática, com apenas dois representantes.
Ao final, a despeito do esforço de Aécio, venceram os Estados não produtores.
Fica a dúvida: o que terá acontecido com aquele “sentimento de responsabilidade com Minas”?

domingo, 9 de outubro de 2011

Bebeu, mas não inalou, cafungou!

“Enfrento Lula ou Dilma”. Aécio bebeu?
Em entrevista ao jornal Estadão deste domingo (9), o senador tucano Aécio Neves lembrou as piadas dos bêbados que costumam ficar valentões. Questionado sobre o pleito presidencial de 2012, ele disse estar “pronto para disputar com qualquer candidato do campo do PT, seja Lula ou Dilma. Serão eleições com perfis diferentes e eu não temo nenhuma das duas”. Corajoso!!!
Na sequência, porém, ponderou que o debate sobre candidaturas dever ficar para “o amanhecer de 2013” e lembrou que o PSDB tem outros candidatos “fortes”. Citou os governadores Geraldo Alckmin (SP), Marconi Perillo (GO) e Beto Richa (PR). Já sobre José Serra, o seu carrapato no ninho tucano, disse que a sua pretensa postulação “terá de ser avaliada por seu capital eleitoral”.
Senador esconde as bicadas tucanas
A entrevista de Aécio Neves é pura bravata. Ela tenta esconder o inferno astral vivido por seu partido. Nos últimos dias, o PSDB perdeu três deputados federais para o recém-criado PSD de Gilberto Kassab – outros dois devem trilhar o mesmo caminho. Em alguns estados, a sigla foi simplesmente dizimada. Na capital paulista, sete vereadores tucanos já abandonaram o ninho.
Aécio tenta disfarçar a crise interna, escondendo que penas estão voando para todos os lados. “O PSDB amadureceu o suficiente para ver que, ou vamos todos unidos de verdade, ou não teremos êxito”. Bravata! Os tucanos estão se bicando de forma sangrenta. A guerra entre Alckmin e Serra recrudesceu na fase recente, como confessou o senador serrista Aloysio Nunes em seu twitter. O escândalo da corrupção das emendas na Assembléia Legislativa de São Paulo acirrou ainda mais os ânimos.
Teste do bafômetro
Em recente blitz policial, o ex-governador mineiro se recusou a fazer o teste do bafômetro. O boletim de ocorrência da Polícia do Rio Janeiro registrou que ele estaria “embriagado ou drogado”. Diante de tanta valentia – e tantas bravatas – de Aécio Neves na entrevista ao Estadão, o jornal por acaso fez um teste de bafômetro? Ou a entrevista chapa-branca só serviu mesmo como palanque eleitoral?
Por Altamiro Borges